Olhar fotos de alimentos “tentadores” como bolos, doces, chocolates, etc. pode ajudar pessoas decididas a emagrecer ou manter o compromisso de manutenção do peso.
O estudo da psicóloga Floor Kroese,foi desenvolvido no Instituto de Pesquisa em Psicologia e Saúde da Universidade de Utrecht, na Holanda, divulgado pela revista New Scientist.
O estudo mostra de forma clara que, a tentação pode aumentar o autocontrole das pessoas ( no caso mulheres) que estão fazendo dieta.
Para testar a teoria, Kroese e seus colegas dividiram 54 estudantes do sexo feminino em dois grupos e pediram que um deles olhasse a fotografia de um bolo de chocolate e o outro de uma flor, sob o pretexto de um teste de memória.
Os pesquisadores então perguntaram às mulheres sobre seus planos de manter uma dieta saudável e ofereceram a elas a escolha entre um biscoito de chocolate ou um de aveia, como lanche.
As mulheres que viram a fotografia do bolo de chocolate demonstraram uma maior propensão em manter uma dieta saudável do que as estudantes que viram a foto da flor.
As estudantes que viram o bolo também demonstraram maior preferência pelo biscoito de aveia, que testes anteriores mostraram ser visto por elas como a opção mais saudável.
Segundo a psicóloga, a visão de alimentos tentadores nem sempre leva à vontade de satisfazer o desejo de comê-los.
"Parece que ver uma comida tentadora lembrou às mulheres de seu objetivo de cuidar do peso, e fez com que elas agissem de acordo." A psicóloga sugere, que colar fotos de comidas tentadoras na porta da geladeira por exemplo, pode ajudar a lembrar do objetivo de perder peso.
Kroese alerta, no entanto, que o resultado parece só se aplicar às mulheres que efetivamente querem perder peso, e que não está claro como o resto das pessoas reagiria às fotos.
Neste espaço você vai encontrar questões que de alguma forma originaram o próprio nome do Blog e estaremos abordando as questões da Saúde e da Tecnologia da Informação, ou a mistura das duas, enunciadas como textos e imagens. Esta imagem panorâmica foi capturada pela sonda Phoenix Mars Lander em 10 de Junho de 2008 no 16º dia após o pouso na superfície de Marte e em primeiro plano vemos seus painéis solares e o braço robótico. Credit:NASA/JPL/University of Arizona,Tucson. E não é bobagem...
Por outro lado, a imagem do plano de fundo foi feita pela Curiosity Mars Science Laboratory em 08 de setembro de 2012 no 33º dia após o pouso na superfície de Marte observando-se o solo marciano como jamais foi visto. E também não é bobagem...
Image credit: NASA/JPL-Caltech/MSSS.
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sexta-feira, 12 de novembro de 2010
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
Envelhecimento, alimentação e exercício físico
É sabido que muitas pessoas após uma certa idade, por preguiça ou por querer emagrecer começam a se alimentar de forma inadequada muitas vezes levando a conseqüências desastrosas do ponto de vista nutricional e de saúde.
A idéia e alertar esta população para os riscos de uma alimentação inadequada, quando o objetivo é emagrecer.
Esta proposição induz a uma restrição calórica, que na pessoa com mais de 60 anos provoca sem dúvida perda de peso, porém por perda de gordura e massa muscular o que vem trazer a curto e médio prazo, grandes prejuízos. Este tipo de problema é facilmente resolvido com a associação de exercícios físicos programados o que fará com que o paciente perca peso à custa de gordura e até mesmo aumentando sua massa muscular.
A partir dos 40 anos de idade o organismo tende a trocar massa muscular por tecido adiposo, intensificando esta troca depois dos 60 anos.
Concomitantemente a perda de massa mineral óssea atinge tanto homens quanto mulheres, porém ocorre mais precocemente nestas últimas, iniciando por volta dos 45 anos, também muito beneficiada pela prática de exercícios físicos.
A deteriorização do aparelho locomotor pode trazer problemas muito sérios, sendo que não é raro observarmos idosos sem doenças graves, com limitações de mobilidade praticamente não conseguirem se locomover por serem simplemente sedentários.
A forma mais eficiente e natural para manter a vitalidade do aparelho locomotor é a prática de exercícios físicos adequados e orientados por profissional da área, que vai prescrever exercícios aeróbicos e de resistência com objetivo de manter ou recuperar massa muscular, óssea, problemas de memória, concentração, equilíbrio, atenção e até mesmo transtornos psicológicos. É evidente que uma avaliação médica preliminar é obrigatória e vai estabelecer os limites, que são sempre individuais.
As questões referentes a alimentação, dieta, medicamentos e outros, foram comentadas no post de 16 de janeiro de 2009.
Continuamos semana que vem...
A idéia e alertar esta população para os riscos de uma alimentação inadequada, quando o objetivo é emagrecer.
Esta proposição induz a uma restrição calórica, que na pessoa com mais de 60 anos provoca sem dúvida perda de peso, porém por perda de gordura e massa muscular o que vem trazer a curto e médio prazo, grandes prejuízos. Este tipo de problema é facilmente resolvido com a associação de exercícios físicos programados o que fará com que o paciente perca peso à custa de gordura e até mesmo aumentando sua massa muscular.
A partir dos 40 anos de idade o organismo tende a trocar massa muscular por tecido adiposo, intensificando esta troca depois dos 60 anos.
Concomitantemente a perda de massa mineral óssea atinge tanto homens quanto mulheres, porém ocorre mais precocemente nestas últimas, iniciando por volta dos 45 anos, também muito beneficiada pela prática de exercícios físicos.
A deteriorização do aparelho locomotor pode trazer problemas muito sérios, sendo que não é raro observarmos idosos sem doenças graves, com limitações de mobilidade praticamente não conseguirem se locomover por serem simplemente sedentários.
A forma mais eficiente e natural para manter a vitalidade do aparelho locomotor é a prática de exercícios físicos adequados e orientados por profissional da área, que vai prescrever exercícios aeróbicos e de resistência com objetivo de manter ou recuperar massa muscular, óssea, problemas de memória, concentração, equilíbrio, atenção e até mesmo transtornos psicológicos. É evidente que uma avaliação médica preliminar é obrigatória e vai estabelecer os limites, que são sempre individuais.
As questões referentes a alimentação, dieta, medicamentos e outros, foram comentadas no post de 16 de janeiro de 2009.
Continuamos semana que vem...
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
Quer emagrecer? então leia...
Neste começo de ano é muito comum as pessoas planejarem metas para serem cumpridas, para resolver questões que há tempo vem atrapalhando ou incomodando no seu dia a dia e o início do ano costuma se apresentar propício para estas ações. A perda de peso está na lista de inúmeras pessoas.
Se você está querendo perder peso não perca tempo buscando dietas ou soluções milagrosas. Você somente vai emagrecer se usar o mesmo método que usou para engordar, ou seja, você foi sem vergonha ou então perdeu a vergonha,(estou partindo do princípio que você não tem nenhuma doença que cause obesidade). Pois então o único método infalível para perder peso é voltar a ter vergonha e reaprender a comer, ou melhor, reconstruir um estilo de vida.
Remédio para emagrecer?
Qual foi o remédio que você tomou para engordar?
Pois é, não faz sentido tomar qualquer medicamento para emagrecer.
Qual é a lógica em tomar um medicamento para aumentar o metabolismo e conseqüentemente perder alguns quilos às custas de uma doença provocada, com vários efeitos colaterais?
Ou um medicamento que tira o apetite, que é um dos melhores indicadores de saúde em qualquer idade da vida?
Intervenções cirúrgicas para perder peso?
Também não faz sentido. Reduzir o volume do estômago para comer menos ou retirar um pedaço do intestino para provocar diarréia é tentar resolver um problema, criando outros talvez mais graves e complexos que a própria obesidade.
Vamos deixar claro a boa indicação de algumas intervenções para casos especialíssimos em que a obesidade passa a ser risco de morte.
A História da Medicina já mostrou grandes equívocos que foram cometidos quando se retiravam órgãos sem sequer saber para que eles existiam. Na década de 50-60 a retirada das amígdalas acontecia praticamente na primeira ou até mesmo sem infecção, desde que a criança não tivesse um bom desenvolvimento, e já que vai operar uma criança porque não operar seu irmãozinho?. A retirada do apêndice muitas vezes acontecia para aproveitar um outro ato cirúrgico, pois a “a barriga já estava aberta”.
Mais recentemente retiramos uma veia da perna para substituir uma artéria do coração (ponte de safena); isto é um desrespeito anatômico, ou melhor um “quebra galho” na falta de algo melhor, que evidentemente tem os seus méritos.
Imagine então as mutilações de órgãos que hoje em dia estão propondo e fazendo e que seguramente entrarão dentro de algumas décadas como novos exemplos de equívocos médicos cometidos.
Aliás, dieta do ponto de vista médico, por definição é algo que tem momento para começar e terminar. Por exemplo, se você tem uma infecção intestinal você poderá receber do seu médico uma dieta como esta:
1º dia: jejum.
2º dia: chá e torradas.
3º dia: caldo de galinha magro com arroz e batatas bem cozidos, bolacha aqua e sal.
4º dia: alimentos sem resíduos bem cozidos, sem temperos fortes e em pequena quantidade, varias vezes por dia.
5º dia: após funcionar o intestino, volte progressivamente a alimentação normal.
Como você vê isto sim é uma dieta, que começou no dia 1º e terminou do dia 5º ou 6º e resolveu o seu problema juntamente com alguma medicação, pois era uma situação aguda. É bem possível que nestes dias você tenha perdido alguns “quilinhos”, mas esta perda foi secundária e como conseqüência da doença em questão. Para manter um ritmo fisiológico de emagrecimento a dieta não vai servir para nada, pois mais uma vez ela tem dia para começar e terminar e faz parte de um tratamento médico para uma determinada enfermidade. É verdade que algumas dietas são estabelecidas para longos períodos ou para toda a vida como dieta para Insuficiência renal crônica, para diabetes, etc, mas este não é o nosso foco.
Se você digitar “dieta” no Google, por exemplo, você vai ter mais de 9 milhões de referências, que provavelmente pouquíssimas tem algum respaldo científico ou coerência médica, mas este número é expressivo para mostrar o tamanho do problema e quanto as pessoas buscam soluções. O que você precisa é reorganizar a sua vida como um todo e a alimentação é apenas um dos aspectos. Muitas pessoas acabam precisando de ajuda multidisciplinar de nutricionista, médico, psicólogo, profissional de educação física e outros. E é exatamente por isto que já estamos vendo nas grandes cidades empresas que põem a disposição dos interessados todas estas necessidades.
Apesar de não ser um especialista no assunto, o fato de ser cardiologista fez com que durante toda a minha vida eu lutasse contra a obesidade dos meus pacientes cardiopatas pois obesidade e cardiopatia é uma dupla explosiva. Assim sendo, este post traduz apenas o meu aprendizado e as minhas convicções.
Gostaria de comentários.
Se você está querendo perder peso não perca tempo buscando dietas ou soluções milagrosas. Você somente vai emagrecer se usar o mesmo método que usou para engordar, ou seja, você foi sem vergonha ou então perdeu a vergonha,(estou partindo do princípio que você não tem nenhuma doença que cause obesidade). Pois então o único método infalível para perder peso é voltar a ter vergonha e reaprender a comer, ou melhor, reconstruir um estilo de vida.
Remédio para emagrecer?
Qual foi o remédio que você tomou para engordar?
Pois é, não faz sentido tomar qualquer medicamento para emagrecer.
Qual é a lógica em tomar um medicamento para aumentar o metabolismo e conseqüentemente perder alguns quilos às custas de uma doença provocada, com vários efeitos colaterais?
Ou um medicamento que tira o apetite, que é um dos melhores indicadores de saúde em qualquer idade da vida?
Intervenções cirúrgicas para perder peso?
Também não faz sentido. Reduzir o volume do estômago para comer menos ou retirar um pedaço do intestino para provocar diarréia é tentar resolver um problema, criando outros talvez mais graves e complexos que a própria obesidade.
Vamos deixar claro a boa indicação de algumas intervenções para casos especialíssimos em que a obesidade passa a ser risco de morte.
A História da Medicina já mostrou grandes equívocos que foram cometidos quando se retiravam órgãos sem sequer saber para que eles existiam. Na década de 50-60 a retirada das amígdalas acontecia praticamente na primeira ou até mesmo sem infecção, desde que a criança não tivesse um bom desenvolvimento, e já que vai operar uma criança porque não operar seu irmãozinho?. A retirada do apêndice muitas vezes acontecia para aproveitar um outro ato cirúrgico, pois a “a barriga já estava aberta”.
Mais recentemente retiramos uma veia da perna para substituir uma artéria do coração (ponte de safena); isto é um desrespeito anatômico, ou melhor um “quebra galho” na falta de algo melhor, que evidentemente tem os seus méritos.
Imagine então as mutilações de órgãos que hoje em dia estão propondo e fazendo e que seguramente entrarão dentro de algumas décadas como novos exemplos de equívocos médicos cometidos.
Aliás, dieta do ponto de vista médico, por definição é algo que tem momento para começar e terminar. Por exemplo, se você tem uma infecção intestinal você poderá receber do seu médico uma dieta como esta:
1º dia: jejum.
2º dia: chá e torradas.
3º dia: caldo de galinha magro com arroz e batatas bem cozidos, bolacha aqua e sal.
4º dia: alimentos sem resíduos bem cozidos, sem temperos fortes e em pequena quantidade, varias vezes por dia.
5º dia: após funcionar o intestino, volte progressivamente a alimentação normal.
Como você vê isto sim é uma dieta, que começou no dia 1º e terminou do dia 5º ou 6º e resolveu o seu problema juntamente com alguma medicação, pois era uma situação aguda. É bem possível que nestes dias você tenha perdido alguns “quilinhos”, mas esta perda foi secundária e como conseqüência da doença em questão. Para manter um ritmo fisiológico de emagrecimento a dieta não vai servir para nada, pois mais uma vez ela tem dia para começar e terminar e faz parte de um tratamento médico para uma determinada enfermidade. É verdade que algumas dietas são estabelecidas para longos períodos ou para toda a vida como dieta para Insuficiência renal crônica, para diabetes, etc, mas este não é o nosso foco.
Se você digitar “dieta” no Google, por exemplo, você vai ter mais de 9 milhões de referências, que provavelmente pouquíssimas tem algum respaldo científico ou coerência médica, mas este número é expressivo para mostrar o tamanho do problema e quanto as pessoas buscam soluções. O que você precisa é reorganizar a sua vida como um todo e a alimentação é apenas um dos aspectos. Muitas pessoas acabam precisando de ajuda multidisciplinar de nutricionista, médico, psicólogo, profissional de educação física e outros. E é exatamente por isto que já estamos vendo nas grandes cidades empresas que põem a disposição dos interessados todas estas necessidades.
Apesar de não ser um especialista no assunto, o fato de ser cardiologista fez com que durante toda a minha vida eu lutasse contra a obesidade dos meus pacientes cardiopatas pois obesidade e cardiopatia é uma dupla explosiva. Assim sendo, este post traduz apenas o meu aprendizado e as minhas convicções.
Gostaria de comentários.
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