Por outro lado, a imagem do plano de fundo foi feita pela Curiosity Mars Science Laboratory em 08 de setembro de 2012 no 33º dia após o pouso na superfície de Marte observando-se o solo marciano como jamais foi visto. E também não é bobagem...
Image credit: NASA/JPL-Caltech/MSSS.

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quarta-feira, 16 de novembro de 2011

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Chuva de meteoros como poucos podem ver


Na sexta-feira, 12 de agosto milhares de observadores, especialmente no hemisfério norte, puderam assistir o auge da chuva de meteoros Perseides, que acontece todos os anos.
Os astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional também admiraram o espetáculo e, registraram um dos meteoros entrando na atmosfera.
Ron Garan, que desde abril mora na ISS, o mesmo astronauta que obteve a imagem da Lua que publicamos no último 10 de agosto, desta vez fotografou o momento em que um único corpo incandescente percorre a atmosfera em sua queda em direção a Terra. Observe que a foto é diferente daquelas que estamos habituados a ver, pois como Garan estava no espaço, o meteoro se afastava dele, enquanto na Terra, quando observamos as estrelas cadentes, elas estão se aproximando de nós.
Se você tem interesse em acompanhar as imagens clicadas por Ron Garan é só acompanhá-lo no Twitter @Astro-Ron, ou então a coleção da própria NASA clicando aqui.
Image Credit: NASA

quarta-feira, 9 de novembro de 2011

Imagem da semana

O nascer do Sol como poucos podem ver


Esta imagem do Sol nascente foi obtida pelo astronauta Ron Garan, da Expedition 28 a bordo da International Space Station (ISS), no dia 27 de agosto passado, posicionada entre o Rio de Janeiro, Brasil e Buenos Aires, Argentina.
Esta e outras tantas imagens espetaculares são vistas 16 vezes por dia, pois a ISS completa uma orbita em torno da Terra a cada 90 minutos.
Image Credit: NASA

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Reabastecimento por robô


Nesta ultima viagem, a Atlantis levou em sua carga, entre outros, equipamentos que custaram algo em torno de 22,6 milhões de dólares, e foram instalados no exterior da Estação Espacial Internacional (ISS) durante uma caminhada espacial de 7 horas na terça-feira, 12 de julho.
A Missão Robótica de Reabastecimento estará usando o robô Dextre, da Estação Espacial Internacional, para testar ferramentas de reabastecimento e reparo de satélites já existentes, e que não foram projetados para serem reaproveitados.
Com o fim do programa de ônibus espaciais, o governo dos Estados Unidos pretende estimular o desenvolvimento do transporte espacial privado, e também lançar as bases para todo um novo setor destinado à manutenção de satélites em órbita.
Na foto acima você pode ver o equipamento antes do embarque e na de baixo durante sua instalação definitiva na ISS.

Image Credit: NASA

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Imagem da semana

Terra e Lua juntas


Esta foto divulgada pela NASA no ultimo mês de agosto, foi obtida pela nave Voyager 1 em 18 de setembro de 1977, quando estava a 11,66 milhões de kilometros da Terra.
A imagem recebida pelo Jet Propulsion Laboratory, na realidade era composta por uma serie de imagens obtidas com diferentes filtros, uma vez que a Terra é muitas vezes mais brilhante do que a lua, foi necessário um tratamento de foto acabamento para que os dois corpos pudessem ficar igualmente visíveis.

Crédito de imagem: NASA

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

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Irene sobre New York


Esta imagem obtida pelo satélite GOES-13 mostra o furacão Irene apenas 28 minutos antes da tempestade tocar o solo de New York City.
O extremo sul está sobre o estado de New York e o estremo norte em Toronto no Canadá.
Crédito de imagem: NASA / Projeto NOAA GOES. 

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Rhea emergindo de Titan



Esta imagem foi adquirida pela sonda Cassini em 27 de outubro de 2009 e mostra Rhea emergindo de Titan, que está cerca de 1 milhão de quilômetros da Cassini e Rhea cerca de 2,3 milhões de quilômetros.

O Projeto Cassini lançou a sonda de mesmo nome em Outubro de 1997 com destino a Saturno para estudar toda a complexidade de anéis e luas em torno deste até então desconhecido planeta, lá chegando em 2004.
Com destino à Saturno Cassini foi lançada juntamente com a sonda da Agência Espacial Europeia Huygens, e equipada com inúmeros instrumentos inclusive sofisticadas câmaras fotográficas para documentar suas luas e anéis.
Se a missão Cassini por qualquer motivo terminasse agora já poderíamos considerar como um feito gigantesco, tamanha a quantidade de informações, fotos e analises transmitidas para os laboratórios da California Institute of Technology. Muito deste material já está disponível para consulta nos links anotados.
Uma das mais notáveis descobertas fazendo referencia a presença de oxigênio e gás carbônico na superfície de Rhea foi publicada na Revista Science de Novembro de 2010
Cassini completou a sua missão inicial de quatro anos para explorar o sistema de Saturno em Junho de 2008 e a primeira missão estendida, chamado de Cassini Equinox Missão, completou em setembro de 2010. Agora, a nave espacial deverá procurar excitantes novas descobertas em uma segunda missão estendida chamada de Missão Cassini Solstice.
A extensão da missão, que vai até setembro de 2017, é nomeada como solstício de verão saturniano ocorrendo em maio de 2017. O solstício de verão do hemisfério norte marca o início do verão no hemisfério norte e inverno no hemisfério sul. Desde que a Cassini chegou a Saturno logo após o solstício de inverno do planeta, a prorrogação permitirá o primeiro estudo de um período sazonal completo.
Cassini tem como principais alvos o estudo das luas Titan e Enceladus, bem como algumas das outras luas geladas de Saturno. No final da missão, a Cassini ainda fará estudos mais proximos do planeta e de seus anéis.
Crédito de imagem: NASA / JPL / Space Science Institute.

quarta-feira, 10 de agosto de 2011

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A Lua como poucos podem ver


Esta imagem da Lua foi obtida pelo astronauta Ron Garan, da Expedition 28 a bordo da International Space Station (ISS), no dia 31 de julho passado. Esta e outras tantas imagens espetaculares são vistas 16 vezes por dia, pois a ISS completa uma orbita em torno da Terra a cada 90 minutos.
Image Credit: NASA

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

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MISSE-8  



Nesta ultima viagem da Atlantis, durante a caminhada espacial de 12 de julho foram colocadas, no lado de fora da Estação Espacial Internacional duas placas com vários materiais e elementos que estarão sendo avaliados com relação ao efeito do oxigênio atômico, luz ultravioleta, luz solar direta, e os extremos de calor, frio e outras tantas agressões existentes no meio espacial.
Os pesquisadores esperam que os resultadospermitirão uma melhor compreensão da durabilidade destes materiais e elementos quando são expostos aos rigores de ambientes do espaço, não só para o uso diario como em futuras naves espaciais.
O estudo chamado MISSE-8 significa “Materials on International Space Station Experiment-8”.
Image Credit: NASA

quarta-feira, 20 de julho de 2011

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Vivendo e aprendendo

Poucas horas antes do lançamento do STS 135 Atlantis em 8 de julho passado uma águia marinha fez seu ninho diante do símbolo da agência espacial americana e, preocupada com a movimentação excessiva na área, permaneceu no topo de um poste, próximo à plataforma de onde foi lançada o Atlantis.
Peritos do Merrit Island National Wildlife Refuge, vizinho ao Kennedy Space Center, preocupados pois o ruído do lançamento poderia ensurdecer ou até mesmo matar as aves, buscavam uma maneira segura de resgatá-las, mas até o momento desta foto não se sabia como proteger ou remover a águia e seus filhotes.




Foto: NASA/Jack Pfaller

quarta-feira, 6 de julho de 2011

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Esta foto foi feita em 10 de junho de 2011, pela sonda Lunar Reconnaissance Orbiter da NASA.
Obtida de um angulo de 65° no sentido oeste, permitiu que as câmeras da sonda  capturasse uma visão do nascer do sol da cratera da lua chamada Tycho, que é muito popular entre os astrônomos amadores, pois é vista com relativa facilidade.
Tycho tem cerca de 82 km de diâmetro, o cume do pico central é de 2 km acima do nível do chão, e a distância do chão até sua borda é de cerca de 4,7 km.
Crédito de imagem: NASA / Goddard Space Flight Center / Arizona State University.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

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A imagem que ilustra este blog foi capturada pela sonda Phoenix Mars Lander em 10 de Junho de 2008. A “Spirit” como foi chamada interrompeu sua comunicação com a terra em 22 de março de 2010, com a aproximação do inverno de Marte, e sua conseqüente queda na oferta de energia captada pelo sol. Assim mesmo foi uma recordista, pois esteve ativa por mais de 6 anos, desde janeiro de 2004.
A imagem acima tomada em 03 de junho de 2011 é da Mars Lander II, por enquanto chamada “Curiosity” com lançamento previsto para a primavera do hemisfério norte de 2011.

Você pode ver imagens online da construção da Curiosity clicando aqui.

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Imagem da semana


Em um vôo de Nova York para Palm Beach, a jovem Stefanie Gordon estava dormindo, e de repente, quando acorda, olha pela janela e se depara com a Endeavour perfurando as nuvens.
Tirou seu iPhone do bolso, fotografou e fez um pequeno filme.
Resultado: a garota teve sua foto retuítada pela NASA, ganhou mais de 2.000 seguidores no Twitter em poucas horas e deu entrevistas para redes como ABC, BBC e CNBC
Aos que não sabem, esta é a última viagem da Endeavour,em direção a Estação Espacial Internacional, e deverá aterrissar hoje as 2:35 a.m. EDT no Kennedy Space Center na Florida, com uma sua tripulação de seis pessoas. A missão STS-134 teve duração de 16 dias.

Stefanie Gordon


quarta-feira, 25 de maio de 2011

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A bordo da Estação Espacial Internacional as luzes do rio Nilo e seu delta, formam a imagem de uma flor com uma haste longa a sudeste do Mar Mediterrâneo.
A área metropolitana do Cairo forma uma base particularmente brilhante da flor. As pequenas cidades no delta do Nilo são difíceis de serem vistas em meio à densa vegetação agrícola durante o dia. No entanto, estas áreas de assentamento e as estradas de ligação entre eles se tornam claramente visíveis à noite. Da mesma forma, as regiões urbanizadas e infra-estrutura ao longo do rio Nilo se tornam aparente, formando a haste da flor.
Dispersas nuvens cinza-azuladas cobrem o Mar Mediterrâneo e o Sinai, enquanto grande parte do nordeste da África é livre de nuvens. A banda fina, amarelada rastreando a curvatura da Terra, na parte superior da imagem corresponde a aero luminescência, uma banda fraca de emissão de luz que resulta da interação dos átomos da atmosfera e as moléculas com a radiação solar a uma altitude de cerca de 100 km.
A foto tirada por um dos astronautas da tripulação da Expedição 25, em 28 de outubro de 2010, com uma câmera digital Nikon D3S usando uma lente de 16 mm.
Crédito da imagem: NASA

quarta-feira, 11 de maio de 2011

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Em 29 de março de 2011, a Messenger capturou esta imagem histórica de Mercúrio. Foi a primeira obtida a partir de uma nave espacial em órbita do planeta, e durante as seis horas subseqüentes, a Messenger adquiriu mais 363 imagens antes de começar a enviá-las para a Terra.
Image Credit: NASA/Johns Hopkins University Applied Physics Laboratory/Carnegie Institution of Washington

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Go Endeavour, também pelo Twitter


Se tudo correr conforme o esperado, nesta sexta feira dia 29 a Endeavour será mais uma vez lançada ao espaço, porém esta será sua ultima viagem. Este será o último voo da nave para a Estação Espacial Internacional.
Revestido de expectativa de todo lançamento, este em especial está cercado de particularidades únicas. Além de ser o vôo de despedida, a Endeavour levará para a Estação Espacial Internacional um Espectrômetro Alfa Magnético (Alpha Magnetic Spectrometer), que é um módulo experimental de partículas, que vai ajudar os pesquisadores a entender a formação do universo e a buscar evidências da antimatéria, e o lançamento será pela primeira vez relatado pelo Twitter.
A Nasa escolheu 150 pessoas de diferentes nacionalidades, inclusive do Brasil. Os convidados representam os 43 estados norte-americanos alé de Washington D.C. e países como Austrália, Brasil, Canadá, Alemanha, Nova Zelândia e Porto Rico, Suiça, Venezuela e Reino Unido. Os tuiteiros da Endeavour foram escolhidos entre 4100 inscritos, que se candidataram pelo site da Nasa em março.
Eu tentei descobrir quem é ou quem são os Brasileiros, pois o site da NASA faz apenas referência aos países que estarão presentes. Com os bons contatos que tenho consegui a informação que Claudia Beatriz (@aprendizviajant), apaixonada por viagens e fotografia, é uma Brasileira que está no grupo, chamado de Tweetup STS134, e você pode acompanhar sua emocionante aventura no seu blog, clicando aqui.
Além de assistir pessoalmente e narrar no Twitter o lançamento da Endeavour, o grupo irá conversar com profissionais da Nasa, inclusive com o cientista-chefe Walleed Abdalati e o astronauta Clay Anderson. No último domingo (24), o perfil da Nasa no Twitter (@nasa) ultrapassou a barreira de 1 milhão de seguidores.
O local do lançamento da missão STS-134, com duração de 14 dias, e tripulação de seis astronautas será no Kennedy Space Center, na Flórida. O evento poderá ser acompanhado ao vivo pela internet, clicando aqui.

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

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Nasa/Divulgação

A maior explosão na superfície do Sol dos últimos quatro anos foi registrada por observadores no dia 15 de fevereiro passado pelo Solar Dynamis Observatory da Nasa (SDO).
O SDO gravou imagens da chama com extrema radiação ultravioleta sendo emanada a partir de um ponto único do Sol.
O Serviço Geológico Britânico (BGS) emitiu um alerta, dizendo que o fenômeno chamado de "X-flare", emite luzes noturnas decorrentes da atividade solar, poderiam ser observadas no norte da Grã-Bretanha e que esse tipo de atividade radioativa pode afetar nossas comunicações e a navegação via satélite, redes elétricas e operações de aeronaves que voam em altitudes elevadas.
Especialistas dizem que o Sol está "acordando", após um período de vários anos de pouca atividade. As erupções e consequentes feixes luminosos são causados por uma repentina liberação de energia magnética guardada na atmosfera solar.
O BGS acredita que o estudo das atividades solares anteriores pode ajudar a estabelecer previsões sobre feixes futuros e evitar eventuais danos a infraestruturas terrestres.
Desta forma sabe-se que em 1972 uma tempestade geomagnética provocada por um feixe solar derrubou a rede de comunicações do Estado americano de Illinois, e em 1989 foi a vez da rede elétrica de Québec, no Canadá.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

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A Nasa publicou no ultimo dia 4 na revista Science uma sequencia fotográfica das dunas de areia da zona norte de Marte, que até agora estavam congeladas.
As fotos mostram nitidamente movimentos bruscos e gradativos, tendo sido obtidas pela câmera de alta resolução da sonda de reconhecimento Mars Reconnaisance Orbiter (MRO).
A sonda espacial MRO foi enviada ao 'Planeta Vermelho' no dia 12 de agosto de 2005 e entrou na órbita marciana em 10 de março de 2006. Operado pelo Jet Propulsion Laboratory da Nasa, o MRO conta com uma antena de três metros de diâmetro com a capacidade de transmitir 6 megabits por segundo, assim como câmeras de alta definição com capacidade suficiente para captar com clareza objetos do tamanho de uma escrivaninha.
Em 2008 foi finalizada a primeira fase de prospecção científica que continuou com as pesquisas da superfície e da atmosfera do planeta. Além do descobrimento de grandes massas de água nas latitudes médias do planeta, o MRO determinou que a água “esculpiu” a superfície de Marte há milhões de anos e determinou que em sua superfície existiram diversos ambientes hidrográficos, alguns ácidos e outros alcalinos.
As imagens obtidas sugerem que as mudanças detectadas refletem tratar-se de um das paisagens mais ativas de Marte, pois a quantidade e a magnitude das mudanças foram realmente surpreendentes, assinalou Candice Hansen, do Jet Propulsion Laboratory e da Arizona Lunar and Planetary Laboratory at the University of Arizona, in Tucson responsável pela análise das fotografias tiradas em um período de dois anos marcianos, equivalentes a quatro anos da Terra.
Hansen informou que o nível de erosão em só um ano de Marte foi realmente surpreendente, e em alguns lugares se desprenderam centenas de metros cúbicos de areia como em um desmoronamento. Além disso, descobriu-se que as "cicatrizes" das avalanches de areia podem ser apagadas parcialmente em apenas um ano marciano, que equivale a 687 dias na Terra. Fotos: Nasa/Divulgação.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

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Pontos turísticos do Sistema Solar
Imagens feitas por diversos observatórios e satélites da Nasa mostram com detalhes a beleza de fenômenos naturais dos planetas e estrelas do sistema solar.
Astrônomos do Royal Observatory, Greenwich, Londres, reuniram uma coleção das melhores fotos do Sistema Solar.
Esse "guia astronômico" do sistema solar foi usada pelo Royal Observatory para marcar o lançamento da edição 2011 de seu concurso fotográfico Astronomy Photographer of the Year, aberto a astrônomos amadores do mundo inteiro.

O pôr-do-sol em Marte, fotografado pela sonda Spirit. A luminosidade acima do sol pode ser vista até duas horas após o anoitecer e a cor avermelhada do céu é explicada pela quantidade de poeira na atmosfera. Crédito: NASA.




Lua crescente vista do horizonte da Terra na foto tirada por um astronauta na Estação Espacial Internacional, que orbita cerca de 350 quilômetros acima do planeta. Crédito: NASA


Imagem da lua Titã a maior de Saturno. Por anos cientistas especularam o que teria abaixo das nuvens que a cobrem. Câmaras da sonda Huygens revelaram em 2005 dunas, montanhas e oceanos de óleo hidrocarbono em sua superfície. Crédito: NASA.


Fotografia infravermelha do hemisfério norte de Saturno tirada pela Cassini em 2007, a uma distância de cerca de 1,4 milhão de km. As cores artificiais usadas representam os químicos diferentes presentes na atmosfera. Crédito: NASA .


Imagem de uma tempestade na superfície de Júpiter feita de uma distância de mais de 2,6 milhões de quilômetros. Crédito: NASA.


Foto feita 1,6 segundo após o impacto de uma sonda enviada para se chocar com um meteoro de 7 km de diâmetro. Os cientistas dizem que a colisão ajuda a entender a natureza dos meteoros. Crédito: NASA.


Imagem em ultravioleta do Sol, feita pelo Observatório de Dinâmica Solar, mostra as variações de temperaturas de gases no Sol. Crédito: NASA.


A lua Lapetus de Saturno é considerada uma das luas mais estranhas do Sistema Solar. Uma de suas metade é branca e a outra, escura. A foto foi tirada da sonda espacial Cassini em 2007. Crédito: NASA.

sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

A Voyager ultrapassando o Sistema Solar

A Voyager 1, nave-robô que partiu há mais de 33 anos, no dia 5 de setembro de 1977, está ultrapassando os limites do Sistema Solar, ou seja, o ponto onde o vento solar não sopra mais.
A Voyager 2 havia sido lançada mais de dois meses antes, no dia 4 de julho de 1977, porque, embora partindo na frente, iria fazer outro percurso e chegar em segundo lugar a Júpiter e Saturno.Mesmo tendo sido construídas na década de 70, essas duas sondas ainda hoje poderiam ser consideradas engenhos admiráveis por seu avanço tecnológico.
A 17,4 bilhões de quilômetros de casa, a Voyager 1 é o objeto construido pelo homem na situação mais distante da Terra e começou a identificar uma mudança nítida no fluxo de partículas à sua volta. Estas partículas, emanadas pelo Sol, não estão mais se dirigindo para fora e sim se movimentando lateralmente. Isso significa que a Voyager 1 está muito perto de dar o salto para o espaço, ou seja ela está entrando no espaço interestelar e, daqui a quatro anos, deverá ingressar na área de influência de outra estrela ou sistema estelar.

Edward Stone, cientista do projeto Voyager, elogiou a sonda e as incríveis descobertas que ela continua enviando à Terra. Quando a Voyager foi lançada, a era espacial tinha apenas 20 anos de idade, e não era possível prever que uma sonda espacial pudesse durar tanto tempo.
As sondas Voyager eram mais inteligentes do que os melhores robôs de seu tempo. Elas fizeram as fotos mais surpreendentes dos anéis de Saturno, mostrando que eles não eram apenas dois ou três, mas milhares.Não tínhamos ideia do quanto tempo teríamos que viajar para sair do Sistema Solar. Sabemos agora que em aproximadamente cinco anos devemos estar fora do Sistema Solar pela primeira vez.
Portanto esta será uma viagem de 38 anos, o que mostra ser um problema um voo tripulado para uma missão deste tipo.
O objetivo inicial da Nasa com as duas naves Voyager era inspecionar os planetas Júpiter, Saturno, Urano e Netuno, uma tarefa que foi concluída em 1989.
Entretanto os instrumentos das sondas continuam funcionando normalmente e enviando informações à Terra, apesar de que a vasta distância envolvida significa que uma mensagem de rádio precisa viajar cerca de 16 horas.
As últimas descobertas são do detector de partículas de baixa energia da Voyager 1, que está monitorado a velocidade dos ventos solares. Esta é uma corrente de partículas carregadas, que forma uma bolha em torno do Sistema Solar conhecido como heliosfera. Os ventos viajam a uma velocidade muito rápida até cruzar uma onda de choque no encontro com as partículas interestelares.
Nesse ponto, o vento reduz sua velocidade drasticamente, gerando calor. A Voyager determinou que a velocidade do vento em sua localização chegou agora a zero
Chegamos portanto ao ponto em que o vento solar, que até agora tinha um movimento para fora, não está mais se movendo para fora; mas sim lateralmente para depois acabar descendo pelo rabo da heliosfera, que é um objeto com forma de cometa, informa Edward Stone, cientista do projeto Voyager, do Jet Propulsion Laboratory California Institute of Technology.
Este fenômeno é a consequência do vento indo de encontro à matéria vinda de outras estrelas. A fronteira entre os dois é o fim "oficial" do Sistema Solar, a heliopausa. Uma vez que a Voyager passar por isso, estará no espaço interestelar.
Os primeiros sinais de que a Voyager havia encontrado algo novo foram evidenciados em junho passado. Foram necessários vários meses de coleta de dados para confirmar a observação.
Rob Decker, um pesquisador da Johns Hopkins University que trabalha com o detector de partículas de baixa energia da Voyager, disse que quando percebeu que estávamos recebendo zeros definitivos, ficou maravilhado, ali estava a Voyager, uma sonda espacial que tem sido um burro de carga há 33 anos, nos mostrando algo completamente novo mais uma vez.

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

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Nestes próximos dias do mês de novembro de 2010 a Discovery STS-133, que viaja em direção a Estação Espacial Internacional terá a bordo um tripulante muito especial. Trata-se do primeiro robô humanoide no espaço, chamado Robonaut 2, ou R2 que foi desenvolvido conjuntamente pela NASA e pela General Motors, no âmbito de um acordo de cooperação para desenvolver um assistente robótico que possa trabalhar junto com os seres humanos. Num primeiro momento sua principal tarefa é ensinar aos engenheiros como robôs se comportam no espaço; a esperança é que através de atualizações e avanços, poderá um dia se aventurar fora da estação para ajudar os astronautas.
O R2 será acomodado para o lançamento dentro do Multipurpose Módulo, Leonardo, juntamente com suprimentos e equipamentos para a estação e depois instalado no laboratório Destiny da estação. No entanto, futuras melhorias e modificações irão permitir-lhe deslocar-se mais livremente ao redor do interior da estação ou fora do complexo.
O robô é hábil, não só se parece com um humano, mas também foi projetado para funcionar como um. Com braços e mãos semelhantes à humana, R2 é capaz de usar as mesmas ferramentas da tripulação da Estação. No futuro, os maiores benefícios de robôs humanoides no espaço podem ser como assistentes para os astronautas durante passeios espaciais, para tarefas muito complexas ou perigosas para os seres humanos. Por agora, R2 é ainda um protótipo e não tem a proteção adequada necessária para estar fora da estação espacial nas temperaturas extremas do espaço.
R2 será testado em ambiente de microgravidade e submetido à radiação da estação e os ambientes de interferência eletromagnética.

Como se não bastasse Robonaut 2 estará twittando diretamente da Estação Espacial Internacional onde deverá se tornar um residente permanente sem planos para voltar a Terra. Você poderá conferir @AstroRobonaut, em http://www.twitter.com/

Crédito das fotos: NASA ou a National Aeronautics and Space Administration