Os astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional também admiraram o espetáculo e, registraram um dos meteoros entrando na atmosfera.
Neste espaço você vai encontrar questões que de alguma forma originaram o próprio nome do Blog e estaremos abordando as questões da Saúde e da Tecnologia da Informação, ou a mistura das duas, enunciadas como textos e imagens. Esta imagem panorâmica foi capturada pela sonda Phoenix Mars Lander em 10 de Junho de 2008 no 16º dia após o pouso na superfície de Marte e em primeiro plano vemos seus painéis solares e o braço robótico. Credit:NASA/JPL/University of Arizona,Tucson. E não é bobagem...
Por outro lado, a imagem do plano de fundo foi feita pela Curiosity Mars Science Laboratory em 08 de setembro de 2012 no 33º dia após o pouso na superfície de Marte observando-se o solo marciano como jamais foi visto. E também não é bobagem...
Image credit: NASA/JPL-Caltech/MSSS.
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
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Os astronautas a bordo da Estação Espacial Internacional também admiraram o espetáculo e, registraram um dos meteoros entrando na atmosfera.
quarta-feira, 9 de novembro de 2011
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Esta e outras tantas imagens espetaculares são vistas 16 vezes por dia, pois a ISS completa uma orbita em torno da Terra a cada 90 minutos.
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Reabastecimento por robô
A Missão Robótica de Reabastecimento estará usando o robô Dextre, da Estação Espacial Internacional, para testar ferramentas de reabastecimento e reparo de satélites já existentes, e que não foram projetados para serem reaproveitados.
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
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quarta-feira, 31 de agosto de 2011
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sexta-feira, 26 de agosto de 2011
Rhea emergindo de Titan
quarta-feira, 10 de agosto de 2011
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quarta-feira, 3 de agosto de 2011
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Nesta ultima viagem da Atlantis, durante a caminhada espacial de 12 de julho foram colocadas, no lado de fora da Estação Espacial Internacional duas placas com vários materiais e elementos que estarão sendo avaliados com relação ao efeito do oxigênio atômico, luz ultravioleta, luz solar direta, e os extremos de calor, frio e outras tantas agressões existentes no meio espacial.
quarta-feira, 20 de julho de 2011
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Foto: NASA/Jack Pfaller
quarta-feira, 6 de julho de 2011
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Esta foto foi feita em 10 de junho de 2011, pela sonda Lunar Reconnaissance Orbiter da NASA.
Obtida de um angulo de 65° no sentido oeste, permitiu que as câmeras da sonda capturasse uma visão do nascer do sol da cratera da lua chamada Tycho, que é muito popular entre os astrônomos amadores, pois é vista com relativa facilidade.
Tycho tem cerca de 82 km de diâmetro, o cume do pico central é de 2 km acima do nível do chão, e a distância do chão até sua borda é de cerca de 4,7 km.
Crédito de imagem: NASA / Goddard Space Flight Center / Arizona State University.
quarta-feira, 22 de junho de 2011
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quarta-feira, 1 de junho de 2011
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quarta-feira, 25 de maio de 2011
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quarta-feira, 11 de maio de 2011
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sexta-feira, 29 de abril de 2011
Go Endeavour, também pelo Twitter

Se tudo correr conforme o esperado, nesta sexta feira dia 29 a Endeavour será mais uma vez lançada ao espaço, porém esta será sua ultima viagem. Este será o último voo da nave para a Estação Espacial Internacional.
Revestido de expectativa de todo lançamento, este em especial está cercado de particularidades únicas. Além de ser o vôo de despedida, a Endeavour levará para a Estação Espacial Internacional um Espectrômetro Alfa Magnético (Alpha Magnetic Spectrometer), que é um módulo experimental de partículas, que vai ajudar os pesquisadores a entender a formação do universo e a buscar evidências da antimatéria, e o lançamento será pela primeira vez relatado pelo Twitter.
A Nasa escolheu 150 pessoas de diferentes nacionalidades, inclusive do Brasil. Os convidados representam os 43 estados norte-americanos alé de Washington D.C. e países como Austrália, Brasil, Canadá, Alemanha, Nova Zelândia e Porto Rico, Suiça, Venezuela e Reino Unido. Os tuiteiros da Endeavour foram escolhidos entre 4100 inscritos, que se candidataram pelo site da Nasa em março.
Eu tentei descobrir quem é ou quem são os Brasileiros, pois o site da NASA faz apenas referência aos países que estarão presentes. Com os bons contatos que tenho consegui a informação que Claudia Beatriz (@aprendizviajant), apaixonada por viagens e fotografia, é uma Brasileira que está no grupo, chamado de Tweetup STS134, e você pode acompanhar sua emocionante aventura no seu blog, clicando aqui.
Além de assistir pessoalmente e narrar no Twitter o lançamento da Endeavour, o grupo irá conversar com profissionais da Nasa, inclusive com o cientista-chefe Walleed Abdalati e o astronauta Clay Anderson. No último domingo (24), o perfil da Nasa no Twitter (@nasa) ultrapassou a barreira de 1 milhão de seguidores.
O local do lançamento da missão STS-134, com duração de 14 dias, e tripulação de seis astronautas será no Kennedy Space Center, na Flórida. O evento poderá ser acompanhado ao vivo pela internet, clicando aqui.
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
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O SDO gravou imagens da chama com extrema radiação ultravioleta sendo emanada a partir de um ponto único do Sol.
O Serviço Geológico Britânico (BGS) emitiu um alerta, dizendo que o fenômeno chamado de "X-flare", emite luzes noturnas decorrentes da atividade solar, poderiam ser observadas no norte da Grã-Bretanha e que esse tipo de atividade radioativa pode afetar nossas comunicações e a navegação via satélite, redes elétricas e operações de aeronaves que voam em altitudes elevadas.
Especialistas dizem que o Sol está "acordando", após um período de vários anos de pouca atividade. As erupções e consequentes feixes luminosos são causados por uma repentina liberação de energia magnética guardada na atmosfera solar.
O BGS acredita que o estudo das atividades solares anteriores pode ajudar a estabelecer previsões sobre feixes futuros e evitar eventuais danos a infraestruturas terrestres.
Desta forma sabe-se que em 1972 uma tempestade geomagnética provocada por um feixe solar derrubou a rede de comunicações do Estado americano de Illinois, e em 1989 foi a vez da rede elétrica de Québec, no Canadá.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
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As fotos mostram nitidamente movimentos bruscos e gradativos, tendo sido obtidas pela câmera de alta resolução da sonda de reconhecimento Mars Reconnaisance Orbiter (MRO).
A sonda espacial MRO foi enviada ao 'Planeta Vermelho' no dia 12 de agosto de 2005 e entrou na órbita marciana em 10 de março de 2006. Operado pelo Jet Propulsion Laboratory da Nasa, o MRO conta com uma antena de três metros de diâmetro com a capacidade de transmitir 6 megabits por segundo, assim como câmeras de alta definição com capacidade suficiente para captar com clareza objetos do tamanho de uma escrivaninha.
Em 2008 foi finalizada a primeira fase de prospecção científica que continuou com as pesquisas da superfície e da atmosfera do planeta. Além do descobrimento de grandes massas de água nas latitudes médias do planeta, o MRO determinou que a água “esculpiu” a superfície de Marte há milhões de anos e determinou que em sua superfície existiram diversos ambientes hidrográficos, alguns ácidos e outros alcalinos.
Hansen informou que o nível de erosão em só um ano de Marte foi realmente surpreendente, e em alguns lugares se desprenderam centenas de metros cúbicos de areia como em um desmoronamento. Além disso, descobriu-se que as "cicatrizes" das avalanches de areia podem ser apagadas parcialmente em apenas um ano marciano, que equivale a 687 dias na Terra. Fotos: Nasa/Divulgação.
quarta-feira, 26 de janeiro de 2011
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O pôr-do-sol em Marte, fotografado pela sonda Spirit. A luminosidade acima do sol pode ser vista até duas horas após o anoitecer e a cor avermelhada do céu é explicada pela quantidade de poeira na atmosfera. Crédito: NASA.
Lua crescente vista do horizonte da Terra na foto tirada por um astronauta na Estação Espacial Internacional, que orbita cerca de 350 quilômetros acima do planeta. Crédito: NASA
Imagem da lua Titã a maior de Saturno. Por anos cientistas especularam o que teria abaixo das nuvens que a cobrem. Câmaras da sonda Huygens revelaram em 2005 dunas, montanhas e oceanos de óleo hidrocarbono em sua superfície. Crédito: NASA.
Fotografia infravermelha do hemisfério norte de Saturno tirada pela Cassini em 2007, a uma distância de cerca de 1,4 milhão de km. As cores artificiais usadas representam os químicos diferentes presentes na atmosfera. Crédito: NASA .
Imagem de uma tempestade na superfície de Júpiter feita de uma distância de mais de 2,6 milhões de quilômetros. Crédito: NASA.
Foto feita 1,6 segundo após o impacto de uma sonda enviada para se chocar com um meteoro de 7 km de diâmetro. Os cientistas dizem que a colisão ajuda a entender a natureza dos meteoros. Crédito: NASA.
Imagem em ultravioleta do Sol, feita pelo Observatório de Dinâmica Solar, mostra as variações de temperaturas de gases no Sol. Crédito: NASA.
sexta-feira, 21 de janeiro de 2011
A Voyager ultrapassando o Sistema Solar
A Voyager 2 havia sido lançada mais de dois meses antes, no dia 4 de julho de 1977, porque, embora partindo na frente, iria fazer outro percurso e chegar em segundo lugar a Júpiter e Saturno.Mesmo tendo sido construídas na década de 70, essas duas sondas ainda hoje poderiam ser consideradas engenhos admiráveis por seu avanço tecnológico.
A 17,4 bilhões de quilômetros de casa, a Voyager 1 é o objeto construido pelo homem na situação mais distante da Terra e começou a identificar uma mudança nítida no fluxo de partículas à sua volta. Estas partículas, emanadas pelo Sol, não estão mais se dirigindo para fora e sim se movimentando lateralmente. Isso significa que a Voyager 1 está muito perto de dar o salto para o espaço, ou seja ela está entrando no espaço interestelar e, daqui a quatro anos, deverá ingressar na área de influência de outra estrela ou sistema estelar.
As sondas Voyager eram mais inteligentes do que os melhores robôs de seu tempo. Elas fizeram as fotos mais surpreendentes dos anéis de Saturno, mostrando que eles não eram apenas dois ou três, mas milhares.Não tínhamos ideia do quanto tempo teríamos que viajar para sair do Sistema Solar. Sabemos agora que em aproximadamente cinco anos devemos estar fora do Sistema Solar pela primeira vez.
Portanto esta será uma viagem de 38 anos, o que mostra ser um problema um voo tripulado para uma missão deste tipo.
O objetivo inicial da Nasa com as duas naves Voyager era inspecionar os planetas Júpiter, Saturno, Urano e Netuno, uma tarefa que foi concluída em 1989.
Entretanto os instrumentos das sondas continuam funcionando normalmente e enviando informações à Terra, apesar de que a vasta distância envolvida significa que uma mensagem de rádio precisa viajar cerca de 16 horas.
As últimas descobertas são do detector de partículas de baixa energia da Voyager 1, que está monitorado a velocidade dos ventos solares. Esta é uma corrente de partículas carregadas, que forma uma bolha em torno do Sistema Solar conhecido como heliosfera. Os ventos viajam a uma velocidade muito rápida até cruzar uma onda de choque no encontro com as partículas interestelares.
Nesse ponto, o vento reduz sua velocidade drasticamente, gerando calor. A Voyager determinou que a velocidade do vento em sua localização chegou agora a zero
Chegamos portanto ao ponto em que o vento solar, que até agora tinha um movimento para fora, não está mais se movendo para fora; mas sim lateralmente para depois acabar descendo pelo rabo da heliosfera, que é um objeto com forma de cometa, informa Edward Stone, cientista do projeto Voyager, do Jet Propulsion Laboratory California Institute of Technology.
Este fenômeno é a consequência do vento indo de encontro à matéria vinda de outras estrelas. A fronteira entre os dois é o fim "oficial" do Sistema Solar, a heliopausa. Uma vez que a Voyager passar por isso, estará no espaço interestelar.
Os primeiros sinais de que a Voyager havia encontrado algo novo foram evidenciados em junho passado. Foram necessários vários meses de coleta de dados para confirmar a observação.
Rob Decker, um pesquisador da Johns Hopkins University que trabalha com o detector de partículas de baixa energia da Voyager, disse que quando percebeu que estávamos recebendo zeros definitivos, ficou maravilhado, ali estava a Voyager, uma sonda espacial que tem sido um burro de carga há 33 anos, nos mostrando algo completamente novo mais uma vez.
quarta-feira, 3 de novembro de 2010
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Nestes próximos dias do mês de novembro de 2010 a Discovery STS-133, que viaja em direção a Estação Espacial Internacional terá a bordo um tripulante muito especial. Trata-se do primeiro robô humanoide no espaço, chamado Robonaut 2, ou R2 que foi desenvolvido conjuntamente pela NASA e pela General Motors, no âmbito de um acordo de cooperação para desenvolver um assistente robótico que possa trabalhar junto com os seres humanos. Num primeiro momento sua principal tarefa é ensinar aos engenheiros como robôs se comportam no espaço; a esperança é que através de atualizações e avanços, poderá um dia se aventurar fora da estação para ajudar os astronautas.
O R2 será acomodado para o lançamento dentro do Multipurpose Módulo, Leonardo, juntamente com suprimentos e equipamentos para a estação e depois instalado no laboratório Destiny da estação. No entanto, futuras melhorias e modificações irão permitir-lhe deslocar-se mais livremente ao redor do interior da estação ou fora do complexo.
O robô é hábil, não só se parece com um humano, mas também foi projetado para funcionar como um. Com braços e mãos semelhantes à humana, R2 é capaz de usar as mesmas ferramentas da tripulação da Estação. No futuro, os maiores benefícios de robôs humanoides no espaço podem ser como assistentes para os astronautas durante passeios espaciais, para tarefas muito complexas ou perigosas para os seres humanos. Por agora, R2 é ainda um protótipo e não tem a proteção adequada necessária para estar fora da estação espacial nas temperaturas extremas do espaço.
R2 será testado em ambiente de microgravidade e submetido à radiação da estação e os ambientes de interferência eletromagnética.
Como se não bastasse Robonaut 2 estará twittando diretamente da Estação Espacial Internacional onde deverá se tornar um residente permanente sem planos para voltar a Terra. Você poderá conferir @AstroRobonaut, em http://www.twitter.com/Crédito das fotos: NASA ou a National Aeronautics and Space Administration

















