Por outro lado, a imagem do plano de fundo foi feita pela Curiosity Mars Science Laboratory em 08 de setembro de 2012 no 33º dia após o pouso na superfície de Marte observando-se o solo marciano como jamais foi visto. E também não é bobagem...
Image credit: NASA/JPL-Caltech/MSSS.

sexta-feira, 22 de abril de 2011

A Última Ceia na quarta feira?

O professor Colin Humphreys, da Universidade de Cambridge, propõe em seu livro O Mistério da Última Ceia , que será publicado no próximo mês de junho, uma nova tese, que combina a história, a Bíblia e a astronomia.
O assunto intriga pesquisadores há séculos, pois são citadas datas diferentes para o evento em documentos diversos. Os evangelhos de Mateus, Marcos e Lucas afirmam que a última refeição marca o início da Páscoa judaica (Pessach), enquanto no de João o evento foi antes da Páscoa judaica. “A solução que encontrei é que todos têm razão, mas que se referem a dois calendários diferentes” escreve o professor.
O calendário oficial dos judeus é o mesmo usado por eles nos dias atuais, um calendário lunar. Porém, os judeus também tinham outro calendário citado no Velho Testamento, quando Deus instrui Moisés e Arão começar o ano no dia do êxodo para o Egito. O professor Humphreys argumenta que Jesus tinha motivo para adotar o calendário de Moisés, já que sempre se apresentava como o novo Moisés.
Além da diferença entre as datas citadas nos evangelhos, há uma questão de logística: se a última ceia foi em uma quinta-feira, daria tempo de Jesus ter sido preso, interrogado e julgado antes de ser crucificado, na sexta-feira? Não seria difícil fazer tudo isso em um só dia?.
"Os especialistas em Bíblia e os cristãos acreditam que a Última Ceia começou depois do pôr do sol de quinta-feira e que a crucificação foi realizada no dia seguinte, às 9h. O processo de julgamento de Jesus aconteceu em várias áreas de Jerusalém. Os especialistas percorreram a cidade com um cronometro para ver como podiam ocorrer todos os acontecimentos entre a noite de quinta-feira e a manhã de sexta-feira: a maioria concluiu que era impossível", enfatiza o professor catedrático de Cambridge, segundo trechos do livro.
Portanto o professor Humphreys conclui: “A Última Ceia de Jesus Cristo aconteceu, na verdade, na véspera da quinta-feira santa, no dia 1 de abril do ano 33 exatamente no dia anterior ao que se julgava ser”.


quarta-feira, 20 de abril de 2011

Imagem da semana

Criança passa por exame de radiação em um centro de evacuação na cidade de Koriyama, no norte do Japão.

sexta-feira, 15 de abril de 2011

A ciência invadindo a mente, pensamentos, memórias e lembranças - Parte II

A Dra.Elizabeth Phelps, e sua equipe da New York University descobriram uma maneira de bloquear lembranças que causam medo, abrindo caminho a novos tratamentos para fobias.
As descobertas se basearam em estudos preliminares com ratos, os quais mostraram que reativar a memória, exibindo objetos que estimulam uma lembrança desagradável, abre uma "janela no tempo" específica por meio da qual as lembranças podem ser editadas antes de serem armazenadas novamente.
"Antes que as lembranças sejam armazenadas, existe um período durante o qual elas ficam suscetíveis e podem ser eliminadas", explicou Elizabeth Phelps, que publicou a pesquisa no jornal Nature.
Estudos anteriores haviam revelado que algumas drogas podem ser usadas para bloquear lembranças desagradáveis, mas os efeitos não eram duradouros.
Phelps e seus colegas basearam sua pesquisa em análises de ratos segundo as quais lembranças podem ser modificadas, mas apenas durante um período específico após os ratos terem sido expostos a objetos que estimulam a memória.
Essa "janela de suscetibilidade" surge normalmente entre 10 minutos após à exposição a estímulos da memória e seis horas mais tarde, quando o cérebro novamente guarda a lembrança. Os pesquisadores em seguida aplicaram essas descobertas em seres humanos, quando primeiro, eles criaram uma lembrança desagradável, mostrando aos voluntários um quadrado azul e então lhes submetendo a um leve choque. Depois de criarem a memória incômoda, simplesmente exibiam novamente o quadrado azul, que estimulava a lembrança do choque.
A equipe esperou 10 minutos e começou o "tratamento", mostrando o quadrado azul repetidamente aos voluntários sem aplicar o choque. Phelps explicou que a espera de 10 minutos para o início do tratamento influenciou muito na eficiência da eliminação da lembrança desagradável.
Um segundo grupo de voluntários que recebeu o tratamento antes do final do intervalo de 10 minutos continuou apresentando comportamento medroso e incomodado quando foram expostos ao quadrado azul.
Após um ano, os pesquisadores reviram os voluntários, o grupo que recebeu o tratamento adequado, não apresentou nenhum tipo de receio em relação ao quadrado azul. Mas os que não haviam sido submetidos ao tratamento tiveram uma reação nervosa.
Phelps ressaltou que um importante aspecto do estudo é identificar o período específico durante o qual o cérebro está suscetível.Ela explicou que essas são as primeiras descobertas do tipo em seres-humanos e alertou que ainda não devem ser usadas para tratar pessoas com problemas de ansiedade.
"Fizemos um teste com um quadrado azul e um leve choque l. Mas lembranças realmente desagradáveis são muito mais complexas e intensas do que isso", disse Phelps, que acredita que a descoberta cria a possibilidade de desenvolver tratamentos para ajudar as pessoas a superar dificuldades emocionais.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

Imagem da semana

A Terra não é redonda

Dados enviados pelo satélite GOCE à Agência Espacial Europeia, durante dois anos, possibilitaram o estudo preciso da gravidade do planeta Terra de uma forma inédita. Os cientistas agora detêm um dos mais exatos modelo geoide, protótipo mais aproximado do nosso planeta, visto que ele não é totalmente redondo. A imagem foi divulgada na quarta-feira 30/3/2011 durante uma conferência em Munchen na Alemanha. Para detalhes ou para ver uma versão animada, clique aqui.

sexta-feira, 8 de abril de 2011

A ciência invadindo a mente, pensamentos, memórias e lembranças - Parte I

Não é feitiçaria ou um truque, é pura tecnologia. A neurociência está tão desenvolvida que, em alguns casos, já consegue “ler” a mente das pessoas. Neurocientistas da UCLA e da Ruthers University estão investindo em uma técnica de observação do cérebro conhecida como ressonância magnética funcional. Esta técnica mostrou resultados promissores, ao provar que é possível determinar, em um ambiente de testes, o que uma pessoa está pensando. No entanto, o estudo, que foi publicada em outubro de 2010 no jornal Psychological Science, é enfático ao afirmar que uma leitura altamente precisa da mente ainda é algo fora da realidade.
Os testes realizados envolveram 130 jovens adultos que tiveram seus cérebros escaneados pela ressonância magnética enquanto faziam uma de oito diferentes tarefas mentais, entre elas: ler em voz alta, combinar pares de palavras que rimavam, contar o número de sons que ouviam, apertar botões conforme instruções e tomar decisões monetárias.
Uma ferramenta estatística foi aplicada em 129 dos resultados para ver as diferenças encontradas no cérebro dos voluntários enquanto realizavam cada tarefa. Depois, a 130ª pessoa era separada e os pesquisadores tentavam dizer quais tarefas ela estava realizando, baseado em sua atividade cerebral. O processo foi repetido com todos os voluntários e os cientistas calcularam com qual precisão acertavam o que cada um estava fazendo.
O acerto, cerca de 80% das vezes, ao contrário das respostas casuais a porcentagem de acerto seria de apenas de 13%. Apesar de satisfatório, o número está longe de ser considerado perfeito. A pesquisa conduzida pelo Dr.Russell Poldrack, da UCLA, foi uma das primeiras a mostrar que a neurociência pode fazer esse tipo de análise em pessoas cujos cérebros não foram mapeados anteriormente. Na maioria dos estudos anteriores, pesquisadores faziam previsões baseadas nos padrões específicos de cérebros que de alguma forma já tinham sido estudados.
Os resultados ainda são ainda limitados, uma vez que só haviam oito opções para as pessoas pensarem durante a ressonância, um número muito pequeno se comparado às incontáveis possibilidades que um ser humano tem para imaginar qualquer coisa.
A ressonância magnética funcional, a tomografia por emissão de pósitrons (PET) e a tomografia por emissão de fóton único (SPECT) têm progredido muito nos últimos anos. Ainda não é possível "ler a mente de alguém", o que é um grande limitante para um diagnóstico em Psiquiatria. Os cientistas estão à procura de marcadores de alterações cerebrais tanto na sua estrutura, quanto em seu funcionamento. Com a contínua melhora da qualidade das imagens, alterações na função cerebral, agregadas ao funcionamento dos receptores químicos, poderão alvez fazer um mapa do funcionamento cerebral consciente e inconsciente e, quem sabe, estabelecer medicamentos que darão aos portadores de transtornos mentais a melhora ou mesmo a cura de doenças graves e hoje incapacitantes.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Imagem da semana

O jornal britânico Daily Mail publicou a imagem de Liz Taylor, nua, aos 24 anos. A atriz posou para um de seus melhores amigos, o ator e fotógrafo Roddy McDowall em 1956. A foto teria sido um presente para Michael Todd, seu terceiro marido, quando ele fez o pedido de casamento, em 1956. A união durou apenas 13 meses, após o trágico acidente com o avião particular de Todd em 1958 no Novo México.
Após a morte do marido, Liz teria dado a foto a sua assistente e maquiadora, Penny Taylor, de quem o colecionador, Jim Shaudis, comprou a imagem em 1980 e agora decidiu torná-la pública.
Elizabeth Taylor morreu no dia 23 de março passado aos 79 anos.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Os genes dando explicações simples para questões complexas

A semelhança do ponto de vista genético, do ser humano com os chipanzés é tão grande, que os cientistas durante muitos anos estão tentando compreender porque os chipanzés não falam. Como essa profunda transformação surgiu ao longo da evolução?.
A questão é curiosa: afinal, se homens e chimpanzés compartilham mais de 99% dos genes, por que nós falamos e eles não?
Pouco se sabe ainda sobre os mecanismos biológicos da fala, mas recentemente parece que uma resposta pode ter sido encontrada por um grupo de cientistas da Universidade da Califórnia que, em estudo publicado na Nature, por Daniel H. Geschwind, sugerem que a capacidade da fala do homem deverá, em parte, à evolução de um único gene.
Considerando o gene FOXP2 no cromossomo 7, isolado recentemente pelo grupo do Professor Anthony Monaco do. Merton College,Oxford University.
Mutações nesse gene causam deficiências específicas de linguagem, de forma tal que o gene parece ser necessário para o desenvolvimento adequado da fala e da linguagem humana.
No entanto, ninguém sonharia em argumentar que o FOXP2 “determina” a fala.
Mais exatamente, ele permite que a mente humana absorva, a partir das experiências vividas na primeira infância, o aprendizado necessário para falar, possibilitando a criação da fala.
Charles Darwin dizia que a linguagem é “um instinto de aquisição de uma arte”.
Estas mutações no gene FOXP2 relacionadas a distúrbios de fala e linguagem em humanos, foi a pista para investigar se ele seria um elemento decisivo para essa habilidade.
Utilizando células e tecido humanos e tecido do cérebro de chimpanzés, os pesquisadores constataram que mutações no FOXP2 durante sua evolução nas duas espécies mudaram a maneira como ele funciona.
A composição dos aminoácidos das proteínas do gene encontrado em humanos mudou bastante à medida que a linguagem surgiu no homem moderno.
Isso explica qual gene atua “ligando e desligando” diferentes genes em chimpanzés e humanos e porque o cérebro do nosso primo símio não nasce com os circuitos da fala.
Graças à identificação dos genes influenciados pelo FOXP2, temos um novo conjunto de ferramentas para estudar como a linguagem humana é regulada ao nível molecular. Será possível perceber as perturbações da fala associadas ao autismo ou a esquizofrenia, e talvez, um dia, encontrar formas de atenuá-las.
Além disso, poderemos entender a evolução de outras habilidades humanas, como percepção, intuição e razão.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Imagem da semana

Para quem não conheceu,


Eder Jofre nasceu em São Paulo, na Rua do Seminário, passou a infância no Parque Peruche e festejou no dia 26 de março passado 75 anos. Há 35 encerrou uma carreira vitoriosa, mas permanece com um prestígio inabalável no mundo do boxe. Apontado como o maior peso galo da história da nobre arte, ganhou também o cinturão dos pesos penas, o eterno Galo de Ouro. Veja algumas referências feitas à este ilustre Brasileiro:

Cyber Boxing Zone, site especializado em Box: “Eder tinha tudo que um grande lutador deve possuir. Para coroar o pacote, ele também tinha um queixo de ferro e de resistência, a exemplo de Jake LaMotta e Carmen Basilio. Talvez a qualidade mais impressionante tenha sido a capacidade de adaptação. Jofre era um lutador muito inteligente, que poderia mudar seu estilo para se ajustar a qualquer tipo de adversário. Ele poderia ser brigador, clássico... O cara era uma obra de arte."

Sugar Ray Robinson, apontado em quase todas as listas como o maior boxeador de todos os tempos, fez questão de posar ao lado de Eder, em 1960, antes de o lutador nacional enfrentar o mexicano Eloy Sanchez, quando ganhou o primeiro título mundial, em Los Angeles.

O jornalista norte-americano Ted Sares tem outra definição para o pugilista brasileiro: "Ele tinha o gancho e o direito em linha reta; um inferno. Ele tinha tudo. Um perfurador de corpos”.

Thomas Hauser, escreveu, entre muitas outras obras, biografias de Muhammad Ali : "Eder Jofre só não é maior por causa da falta de imagens de seus combates", "Jofre foi um dos maiores de todos os tempos".

Eder entrou para o Hall da Fama do boxe em 1992. Nos anos 60 ele foi considerado “o melhor lutador libra por libra em todo o mundo", afirmou a lendária revista The Ring, que classificou Eder como o 9.º melhor de todos os tempos.

Dan Cuoco, diretor da International Boxing Research Organization: "Vi muitas lutas dele e posso dizer, sem medo de errar, que Eder Jofre foi o melhor boxeador que nasceu abaixo do Equador."

O respeito por Eder vem também até do único adversário que conseguiu vencê-lo em 20 anos de carreira, o japonês Masahiko Fightning Harada, que bateu o brasileiro duas vezes. Em 1965 e 1966, ambas no Japão. "Foi o maior adversário da minha carreira. Fiquei em pânico quando descobri que iria lutar com ele. Era muito resistente e um grande pegador".

Mike Tyson, ex-campeão mundial dos pesados: "Quando penso em Brasil, penso em Eder Jofre. Assisti a muitos teipes de suas lutas e gostava do seu estilo agressivo. Foi um grande campeão".

O mexicano José Sulaymán, presidente do Conselho Mundial de Boxe, prevê: "Não acredito que o Brasil tenha outro Eder Jofre. Ele parou de lutar há mais de três décadas e quem gosta de boxe sabe quem é Eder Jofre. Ainda se fala muito dele. Vocês (brasileiros) devem se orgulhar tanto quanto nós nos orgulhamos". No total, Eder lutou 81 vezes, com 75 vitórias (53 nocautes) e 4 empates.

Fonte: O Estado de São Paulo, 26 de março de 2011

sexta-feira, 25 de março de 2011

Cultivando neurônios


O professor Minrui Yu, e sua equipe, da Universidade de Wisconsin em Madison, conseguiram fazer células nervosas de ratos se ligarem umas às outras em uma rede de pequenos tubos de semicondutores. O experimento utilizou pequenos tubos de diferentes tamanhos feitos de semicondutores como silício e germânio. Esses objetos eram suficientemente pequenos para que os dendritos (prolongamentos do neurônio) de uma célula nervosa passassem através deles, porém não eram grandes o bastante para que o corpo da célula coubesse inteiro nele. Em seguida os tubos foram recobertos com células nervosas de ratos. Foi então obervado que as células começaram a enviar seus dendritos através dos túneis de semicondutores, como que procurando caminhos. Os dendritos percorreram trechos sinuosos projetados pelos pesquisadores para conseguir “encostar” em seus vizinhos. Ou seja, os pesquisadores determinaram o caminho a ser seguido.

Sabemos que células nervosas têm intrinsecamente, um sistema de busca, que as faz procurar uma outra para, fisicamente, se ligar a ela; entretanto, não se sabe como se dá esse mecanismo. O passo seguinte deste estudo pretende responder a essa pergunta e também observar se as células, que agora formam uma estrutura híbrida com os semicondutores, se comunicam de forma normal entre si. Para tanto, os pesquisadores deverão instalar dispositivos elétricos para gravar a comunicação entre elas. Este pode ser o primeiro passo para um mecanismo capaz de reconectar terminações nervosas interrompidas, pois o que se espera é que os resultados da pesquisa ajudem a achar uma forma de fazer com que alguma espécie de componente elétrico ajude a restabelecer conexões interrompidas em células nervosas, como, por exemplo, em pessoas que tiveram secção da medula. Este estudo foi publicado pela Academia Americana de Química em seu jornal ACS Nano.

quarta-feira, 23 de março de 2011

Imagem da semana

No sábado, 19 de março de 2011, em Berlin, a lua cheia é vista ao nascer atrás do topo da torre de radio e televisão "Funkturm". A lua cheia desta noite é chamada de Super lua do perigeu (Super Perigee Moon). O perigeu é um ponto da órbita de um astro em torno da Terra, no qual esse astro se encontra mais próximo do centro do nosso planeta; desta forma a lua parece muito maior do que o habitual. Foto: Reuters.

terça-feira, 22 de março de 2011

sábado, 19 de março de 2011

sexta-feira, 18 de março de 2011

Paciência e Perseverança: Silêncio devastador

Paciência e Perseverança: Silêncio devastador: "Hoje, os japoneses fizeram um minuto de silêncio às 14h46, hora exata em que o terremoto e o tsunami atingiram o Japão, há uma semana. Assis..."

quinta-feira, 17 de março de 2011

quarta-feira, 16 de março de 2011

Paciência e Perseverança: Neve no caminho a Fukushima

Paciência e Perseverança: Neve no caminho a Fukushima: "Hoje, fomos até Fukushima, cidade onde está a usina nuclear que pode provocar um grande vazamento radioativo no Japão. Aproveitamos a carona..."

Imagem da semana

Explosão na usina nuclear de Fukushima, no Japão. Foto: StrEFE


A dimensão desta tragédia torna-se significativamente maior, quando temos lá alguém que amamos! Por isto, nestes próximos dias estaremos com o foco no Japão, mesmo porque, tudo que está acontecendo por lá tem haver com Tecnologia e Saúde, gera Controvérsias, Duvidas, mas não é Bobagem.

terça-feira, 15 de março de 2011

Paciência e Perseverança: Japão arrasado

Paciência e Perseverança: Japão arrasado: "Frase nenhuma é capaz de explicar os estragos provocados pelo terremoto seguido de tsunami, no Japão. Hoje chegamos ao destruído P..."

sexta-feira, 11 de março de 2011

Enfermeira virtual

O Professor Timothy Bickmore da Northeastern University está desenvolvendo um projeto, apoiado pelo National Institutes for Healths, em que uma enfermeira virtual conversa com o paciente para dar orientações antes da alta hospitalar.
O projeto está sendo testado com 750 pacientes no Boston Medical Center,
e consiste de um toten computadorizado, sobre rodas que é levado até o leito, fornecendo instruções interativas sobre medicamentos, seguimento pós-internação, agendamentos de retorno e outras informações mais complexas.
A interação humana, que era de 8 minutos em média, foi aumentada para mais de meia hora, com vários benefícios, inclusive maior compreensão pelo paciente idoso ou com baixa capacidade de leitura, e maior satisfação dos pacientes, que disseram preferir a enfermeira virtual à real.
Um dos objetivos do estudo é substituir a enfermeira humana.

sábado, 5 de março de 2011

quarta-feira, 2 de março de 2011

Imagem da semana

A sequência de fotos, feita pela visitante/fotógrafa Jennifer Lockridge, mostra imagens do que parece ter sido uma "briga" entre uma família de leões no Zoológico Nacional de Washington.
O filhote, batizado de Lusaka pelo zoo, morde a cauda de seu pai, o leão Luke, que parecia não se importar com a "brincadeira" do pequeno.
Mas depois de cansar de ter a cauda mordida, Luke corre atrás de Lusaka e prende o filhote no chão com as patas.
É nesse momento que a fêmea e mãe do filhote se aproxima e dá uma "bronca" no companheiro. Fonte BBC Brasil